Antagonistas

Silent Hill está infestada de criaturas aterrorizantes. Deformadas, demoníacas, inacreditáveis. Elas fazem eco com os traumas, medos e delírios dos próprios protagonistas.

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Refletindo seus medos [parte 2]

Que princípios norteiam esta “mágica bizarra” que a cidade emprega? Para esta pergunta, os livros da linha Storytelling são ricos de hipóteses.

Simbolismos [parte 1]

As grandes histórias nunca são apenas sobre heróis enfrentando obstáculos. Elas são sobre nós. Nossos conflitos internos, nossos sonhos e nossos medos.

Combates e Horror

Combate é horror. É sangue respingando na lama, pessoas gritando desesperadas, o cheio de pólvora queimando as narinas. E os monstros não apenas acabam com seus recursos, como também podem rasgar sua barriga e deixa-lo vivo a tempo de ver suas tripas balançando.

Storytelling e Silent Hill

Em Silent Hill também não existem verdades incontestáveis. O jogador sempre se pergunta o que está realmente acontecendo sem encontrar respostas definitivas.

Personagens de Silent Hill

Lá, estas pessoas são mergulhadas em um jogo mortal onde seus pecados e suas escolhas tomam forma para atormentá-los. Mas, quem são estes “personagens”, e o que eles procuram?

A Transição Entre os Mundos [parte 2]

Mergulhar neste universo dantesco pode ser encarado como uma viagem pelos cantos recônditos da própria psiquê (ou pior, da psiguê de outra pessoa). Foi o que aconteceu com James, Angela, Eddie, Alex, Murphy e tantos outros infelizes que visitaram Silent Hill.

A Transição Entre os Mundos [parte 1]

Ao longo de sua estadia na cidade, os personagens serão arrastados para um mundo demoníaco e insano. Uma viagem indesejada, que poderá acontecer de diversas maneiras – dependendo do sadismo e criatividade do Narrador.

O “Lugar Nenhum”

Visualmente, o “lugar nenhum” parece-se com o “outro mundo”. Porém, aqui, tudo foge à lógica. O tempo e o espaço se confundem e se entrelaçam formando ambientes praticamente aleatórios e situações estarrecedoras.

Características do “Outro Mundo” [parte 2]

O “outro mundo” que se encontra em Silent Hill é um local atípico. Cheio de metáforas e significados ocultos, ele funciona como um ambiente no qual o Narrador pode inserir diversos temas ou subtextos, enriquecendo a história (e aterrorizando os personagens).