Armas de Fogo

Silent Hill é sobre medo, perigo e dor. Os combates deveriam envolver estes três itens, mas a cultura moderna os associa a ação desenfreada.

Armas Brancas

Uma boa história de horror vai explorar a possibilidade de lhe amedrontar com a violência. Por isso que os combates corpo-a-corpo são tão priorizados – eles colocam os personagens dentro da violência.

Storytelling e Silent Hill

Em Silent Hill também não existem verdades incontestáveis. O jogador sempre se pergunta o que está realmente acontecendo sem encontrar respostas definitivas.

A Transição Entre os Mundos [parte 2]

Mergulhar neste universo dantesco pode ser encarado como uma viagem pelos cantos recônditos da própria psiquê (ou pior, da psiguê de outra pessoa). Foi o que aconteceu com James, Angela, Eddie, Alex, Murphy e tantos outros infelizes que visitaram Silent Hill.

A Transição Entre os Mundos [parte 1]

Ao longo de sua estadia na cidade, os personagens serão arrastados para um mundo demoníaco e insano. Uma viagem indesejada, que poderá acontecer de diversas maneiras – dependendo do sadismo e criatividade do Narrador.

Sistemas de Regras

Os Jogos de Narrativa costumam utilizar regras por diversos motivos. Por vezes para simular a plausibilidade da vida, em outros casos a abitrariedade do universo onde a história ocorre. Colocado assim, não é surpresa que existam incontáveis “sistemas de regras” – cada um com sua própria visão de como são as “regras do mundo”.

Introdução

Em Silent Hill os personagens são tragados para um mundo simbólico e maligno que subverte suas crenças no real. Eles questionam se estão vivos, se estão loucos; encontram descobertas pessoais inquietantes que os levam a confrontos morais para que adquiram a redenção final – ou a danação eterna.