Refletindo seus medos [parte 2]

Que princípios norteiam esta “mágica bizarra” que a cidade emprega? Para esta pergunta, os livros da linha Storytelling são ricos de hipóteses.

A Transição Entre os Mundos [parte 2]

Mergulhar neste universo dantesco pode ser encarado como uma viagem pelos cantos recônditos da própria psiquê (ou pior, da psiguê de outra pessoa). Foi o que aconteceu com James, Angela, Eddie, Alex, Murphy e tantos outros infelizes que visitaram Silent Hill.

A Transição Entre os Mundos [parte 1]

Ao longo de sua estadia na cidade, os personagens serão arrastados para um mundo demoníaco e insano. Uma viagem indesejada, que poderá acontecer de diversas maneiras – dependendo do sadismo e criatividade do Narrador.

O “Lugar Nenhum”

Visualmente, o “lugar nenhum” parece-se com o “outro mundo”. Porém, aqui, tudo foge à lógica. O tempo e o espaço se confundem e se entrelaçam formando ambientes praticamente aleatórios e situações estarrecedoras.

Características do “Outro Mundo” [parte 2]

O “outro mundo” que se encontra em Silent Hill é um local atípico. Cheio de metáforas e significados ocultos, ele funciona como um ambiente no qual o Narrador pode inserir diversos temas ou subtextos, enriquecendo a história (e aterrorizando os personagens).

Características do “Outro Mundo” [parte 1]

Ao longo da série, sua aparência e particularidades mudaram sensivelmente de um título para outro […]. Em todo caso, esta realidade alternativa sempre esteve impregnada de diversos subtextos.

Crônicas do “Outro Mundo”

[…] o “Outro Mundo” é também uma síntese dos medos de todas as pessoas. Ele é uma colcha de retalhos feita de mitos e temores fundamentais que assolam a humanidade desde o começo dos tempos.

As Camadas de Silent Hill

Talvez a característica mais marcante nas histórias de Silent Hill seja a imutabilidade da realidade. Ao que parece, a cidade possui a capacidade de se transformar em um mundo atormentador e demoníaco onde seus protagonistas são jogados sem qualquer chance de resistência.